Com a palavra, Jean-Yves Leloup
A vida do peregrino não se opõe
às preocupações sociais e ao desejo de justiça do ser humano contemporâneo. Ela
lembra apenas que uma mudança da sociedade sem uma mudança do coração humano
está votada, mais dia menos dia, ao fracasso, e o coração do ser humano só pode
mudar se ele se sentir amado, pelo menos uma vez, infinitamente amado, e se ele
consente ness Amorn que pode libertá-lo de sua vaidade e de sua vontade de
poder, porque encontrou seu peso de luz. Raio de energia disperso na matéria,
ele sabe que está ligado com todos os outros a um “Único Sol”. Trata-se então
de caminhar, de continuar peregrino, “de introduzir, na opacidade da noite, o
andante do Dia (...)”.
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