SEDENTO
ora cavo o raso entre pedras úmidas, ora no profundo leito estanco.
Minha sede tem pressa, tudo na vida é para ontem.
a semente na terra não vinga se a água que dorme no rio não sonha.
por traz da serra cumula os cimos água limpa, chove amanhã.
Amado!
ResponderExcluirVim para a honra de lê-lo e deixar o meu grande abraço, tão querido.