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sábado, 30 de agosto de 2014

SEDENTO

ora cavo o raso entre pedras úmidas, ora no profundo leito estanco. 
Minha sede tem pressa, tudo na vida é para ontem. 
a semente na terra não vinga se a água que dorme no rio não sonha.
por traz da serra cumula os cimos água limpa, chove amanhã.

Um comentário:

  1. Amado!
    Vim para a honra de lê-lo e deixar o meu grande abraço, tão querido.

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